segunda-feira, 11 de outubro de 2010

@MHenriqueta

Estranho eu gostar desse apelido bobo e tão da forma que chegou, mas... De uma forma 'tão' sem explicação, fez com que eu gostasse. Gosto do Maria. Gosto do Henriqueta. E gosto de fazer o papel principal da vida dela. A única parte que eu não gosto é de roubar os Carlos Eduardos alheios. E eu não os roubo. Tenho um Paulo Henrique da melhor novela mexicana possível.
Mas, o bom de se roubar, ou enfeitar os 'alheios' é que eu acabo por descobrir as coisas mais lindas do mundo. Entre, elas, veio você. Até agora, na verdade, só veio você. Assim, de cabelos pretos curtos, com esse sorriso de encantar qualquer ser humano. Com os olhos escuros. Não sei bem a cor, mas eles continuam sendo lindos. E foi assim, que eu te descobri, ou melhor te (re)descobri. E agora, é diferente. Foi se formando um carinho sem qualquer explicação. Uma coisa que não é possível dizer, demonstrar, entender. Basta, conversar algumas horas, ou alguns minutos e segundos não seria exagero, para saber que eu preciso dengar e cuidar de você, a todo momento. Porque, eu até posso ser a Maria Henriqueta, mas se no enredo não houver um alguém para ela dividir as dores, as angustias, os medos e a felicidade, não teria graça. Então, 'Maria Madalena, faça parte da história e fique aqui, brinde a vida e deixa o mundo te descobrir. '
Que bobo, não. Mas foi você mesma que disse, que o amor sempre devia bastar.
Agora, pra mim, ele basta.

sábado, 9 de outubro de 2010

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Desativei -quase- né?

E ai, tive saudade de quando pensava que o mundo todo era uma bola de algodão.
Tive saudade de pensar que nos eramos o palito que segurava o algodão. E se não fosse, alguém sempre o seria.
Saudade de imaginar pequenos carros coloridos, passando na rua. Em fileira, todos com o pisca ligado, só pra anunciar que estavam felizes.
Senti saudade de descer a rua, entrar no colégio, dar bom dia a Zé. Entrar na última sala do corredor e sentar na cadeira azul mole.
Saudade de dividir o caderno, a caneta, o lugar. De passar horas conversando com o quintento mais fantastico do mundo.
De poder, apertar a barriga do Alquimista. A barriga do angulista. Se é que esse fez parte da história.
Senti saudade de descer outro pedaço da rua, cantarolando. E jogar volei, chutar canelas e conversar depois.
Quando, as saudades, bem de repente, mudaram a via principal. Talvez estavam em contra mão.
E ser multado, não é o tipo de saudade que gosto de ter.
Saudade. Senti saudade de passar horas no telefone com você. Com vocês, sem saber ao certo quem seria.
Saudade de entrar no carro e ir para no shoop, só pra entrar, dar uma volta e sair. Saudade de fugir do monotono.
E de procurar o diferente.
Tive saudade das festas, dos lanches. Das brigas. Sentir saudade do que não foi, também faz parte.
Saudade de ir no prédio verde. Subir até o andar certo e deitar no sofá da minha segunda casa.
Senti saudade de ir naquela casa, correr, sujar, sonhar, viver. Viver. Em 1ª pessoa.
E então, o foco mudou outra vez.
Senti saudade de pensar. De ter anjos. De sair. Saudade de cantar até perder toda a voz.
Senti saudade de tentar falar inglês e aquele 'O cara' rir até cansar.
Saudade de não fazer nada e ter a sensação de estar fazendo tudo. Alguém feliz, todos felizes.
Saudade do laço vermelho. Da escola azul e amarelo. Saudade dos coleguinhas diferentes.
Saudade dos vestidos de são joão e da professora rigorosa.
E essa saudade, foi se espalhando. Por tudo, todos, pela vida. De viver, mas não mais em 1ª pessoa.
Agora, a saudade que sinto, quase toda hora, quase todo minuto, segundo seria exagero, não tem tempo verbal certo.
Não tem mais, uma lógica exata. Um calculo de bissetriz. Não tem mais uma raiz. Ou o delta.
Simplesmente, sinto saudade.
Sem tanta dificuldade, mas com um desejo e com uma vontade.
A de poder reviver tudo. Fazer tudo. Ou não fazer. E mudar. Ou não mudar. Quem sabe?
Só a experiência ou a sabedoria. E não conto sempre com elas.
Só queria uma constante... Pelo menos por um tempo.
Como já diria alguém que amo: Ser essência, muito mais.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Eu apareço, as vezes.

Não sei o sabor das coisas que faltam. Das faltas que faltam. Dos momentos que faltam. Das saudades que faltam (estou cheia dela). Não sei a cor, não sei o gosto, não sei o porque. Não faço ideia da essência. Tudo se perde quando menos espero. Os momentos se perdem, sofro por você, sofro por antecipação, sofro por medo, sofro por prazer, junto tudo que sinto e sofro. E depois, fico feliz. Bem contraditório e eu sei. Sou constantemente uma contradição. Ter nascido foi uma contradição. E todo o resto, foram conseqüências dessa contradição. Boba, ou não. O problema é que estou cansada de viver de contradições, estou cansada de viver sofrendo pelo bom dia que não foi dado, pelas amigas que não estão do lado, pelos colegas que não são mais colegas, estou cansada de sofrer pelos momentos que tenho que passar, pela cobrança, pelas ligações, pela comida do almoço. Estou cansada! E ponto. Sem qualquer outra explicação, algumas vezes, nos cansamos. E não é pecado nenhum cansar de alguma coisa. Talvez - e já explico o talvez-, seja hora de mudar, de cabelo, de maneira, de jeito, de modo, de lugar, e de todos os tempos verbais do Português.

A explicação do talvez, é apenas porque hoje me alertaram que não existe certezas. Não as verdadeiras certezas. Aquela que eu queria ter, mesmo que fosse por uma fração de segundo. Mas não me importo, a única certeza que tenho é que não tenho certeza alguma. E isso me conforta. Me conforta saber que chegou a hora de virar a página e escrever de novo, com letra de forma e com canetas coloridas, me conforta saber que me encontro de uma forma que não consigo explicar e que me conforta saber que apesar de não confessar, a única coisa que eu quero é você, sussurrando besteira. E ainda, me sinto confortavél, sabendo que eu sou, aquilo tudo que eu sempre fui, é bom saber que sou alguma coisa e que no fundo sou tudo.


Bem simples, não?

segunda-feira, 31 de maio de 2010

-

Não me compreendo, não me entendo e não sei quem eu sou. E talvez, também não faça questão. Queria entender pessoas, motivos, porquês ou apenas não entender absolutamente nada. Passei grande parte do meu auto-conhecimento (frustado) tentando encontrar emoções e a única coisa que encontrei foi o amor, não sei bem se é amor, sei que o encontrei, e hoje, não sei explicar.  Me perdi no meio de sentimentos, meus sonhos foram embora em sua mente, meus desejos viraram sombras perdidas e minhas emoções já não fazem parte de mim. Tenho sempre um fluxo descontinuo e acelerado de alegrias e tristezas, consumo demais energias com besteiras e acabo sem tempo para pensar em outras coisas. Duvido do meu amor, duvido do quando gosto, duvido de mim e duvido de você. E me odeio por procurar todas as certezas para as dúvidas em outra pessoa e no fim ainda continuou me odiando. Se é bom? Não sei, afinal não me conheço. Ou conheço? '' Não sou nada. Nunca serei nada. Não posso querer ser nada. A parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo''

sábado, 10 de abril de 2010

Desejos, meus e de Nana.

Engraçado como são certas coisas. E certos pensamentos!
Neste exato momento, eu só te queria na minha cama. Do meu lado. Aquecendo o outro lugar, e me aquecendo, neste frio rigoroso que se aproxima. Já Nana só precisava de um banheiro. De um sofá, de um lugar pouco confortavel. Simples e fácil assim. Não precisava de romantismo, nem de algo quente, como o meu desejo, só precisava ele. E ele e ele. Por um agarrar de tempo.
E eu? Eu precisava de você. De você. De você. De você. Em voz de eco, só pra ter a sensação de que preciso mais vezes e de que preciso sempre. Queria um tudo. Um tudo que não abrangesse tudo que acho que me convenha, mas um tudo que tivesse todas as coisas boas que eu queria em um lugar só, um  tudo que pertencesse a um conjunto, nada de unitário, como o de Nana, precisava de um conjunto, cheio de elementos. Cheio de sentimentos. Cheio de pensamentos. Cheio de amor. Cheio de DE-SE-JOS. Cheio de saudade. Cheio de você.. E o resto, não seria tudo. Seria o resto. E pronto, já tava feito. Meu eu conjunto estaria completo! Porque, afinal, sem você, nada está completo. A vida não está completa. A tristeza (porque nós já nascemos triste, não é Srt.?) estaria triste, sem ter a parte alegre. E ai, junto com Nana, teriamos a parte dos Seres's que nos tornam alegres. E só pra completar o desejo, os desejos tão próximos e tão diferentes por um segundo, eu também queria um abraço. Um aperto! Um carinho, um afago. Um beijinho. =*

' Mania de você, de tanto a gente se beijar.'

sexta-feira, 2 de abril de 2010

E assim mesmo, simplesmente, fico besta.

Alice Santana =* diz:
 sr. Malu, você está me desafiando a me auto explicar??
(ah, como assim misteriosa?)

Malú diz:
 hauhuauhauhauh
 jamais, logo quem, voce... quase uma juiza ja, com fortissimos argumentos.
 misteriosa assim --> mas certas coisas, me deixam, besta.

Alice Santana =* diz:
 eu acho que eu ia ser boa nessas áreas, mas é engraçado quando você gosta de algo a qualquer custo.
 e quando você se imagina naquilo, fazendo, agindo. 
 e não há nada que você não deseje mais.
 me sinto assim.
 estranho, eu acho.

Malú diz:
 nao, real, um futuro proximo! ;D
 isso quer dizer que voce está bem proxima de alcançar seu objetivo, essa frase é um grande passo -->  e não há nada que você não deseje mais. me sinto assim.

Alice Santana =* diz:
 isso é bom. eu gosto, não todas as vezes, de saber o que que eu quero.
 porque, de certa forma, eu consigo chegar mais rapido.
 não sei se a palavra é essa, é que quando muitas pessoas estão pensando, você já fez, até.

Malú diz:
 é por ai mesmo.

Alice Santana =* diz:
 e sobre o besta, eu não parei de pensar. eu falei no sentindo assim, que muitas coisas me deixam sem ter o que falar e o que fazer, sem saber ao certo como agir, então, eu simplesmente, vou nadando, conforme a maré, algumas vezes, remando, outras, me afogando até, eu perceber que eu já cheguei lá sem nem esperar nada.

Malú diz:
 o mundo precisa de pessoas decididas como voce.
 raaapaz, arrepiei!
 ahuauhhuahu
 voce falou EXTREMAMENTE lindo!
 o famoso "deixa a vida me levar..." ne?

Alice Santana =* diz:
 é, bem assim mesmo.
Não me perguntem porque coloquei isso aqui. 
Eu também não saberia explicar. Não sei, pra falar a verdade. Gosto extremamente de conversas boas, de assuntos bons, e principalmente, de pessoas como essa a cima, que aparecerem pra te levantar e dizer o quanto você é forte. E o quanto você consegue. E como consegue... Porque do nada e assim mesmo, simplesmente, fico besta.

terça-feira, 23 de março de 2010

.

Ninguém se pronunciou. Ou levantou a mão.Continua todo aquele calmo, que dá agonia. E nada aparenta ser o que é. A leve certeza de que ainda está aqui. E as emoções que vão surgindo, de repente. Emoções, emoções, emoções. Porquê e pra quê?


Chega de todo esse romantismo. Meu coração está acelerando (!)

Queria, desde todo o sempre, entender qual é o motivo dessas loucuras. Não que eu não entenda, mas é que definitavemente, só hoje eu já tive variados fluxos de emoções.De manhã acordei pensando que duas provas feitas e entregadas. E férias. Tudo estaria bem. Uma plena felicidade...Quando entreguei a prova, lembrei que todos aqueles ao meu redor, iriam se tornar ex. Não eram mais meus companheiros de prova, eram meus ex-companheiros. Assim como meus ex-colegas de sala. Como minha ex-sala. Como minha ex-turma. E como minha ex-escola. :~ Como sempre me veio as recordações. Lembrei de quando fazia 5ª série. Primeira vez na escola. Sentia-me maravilhada com tanta gente nova, com tantos amigos novos. E com aqueles, que maravilhosamente me acompanharam naquela caminhada. Pensei no que fiz quando fazia 5ª série. Pensei no corredor, no skytênis... Depois no final do ano, riscos em camisa e o dizer: '' Até o ano que vem.''

As férias se passaram e outro ano, iniciou. 6ª série! Primeiro dia de aula, as pessoas já estavam 'normais'.Conhecemos pessoas novas. Lembrei da minha nova sala, com novos amigos. E com aqueles, que continuavam me acompanhando. Lembrei das resenhas, das treitas, das pescas que eu tanto passava,dos professores, alguns também novos. Lembrei de Caique, lembrei do Apts, lembrei não, esse é inesquecivel. Na minha vida e no meu coração. Na verdade, Ananda, Maria, Tuca e Mila, são eternamente inesqueciveis.Foi chegando o final de 2007, nós sabiamos que iriamos separar. Fizemos inúmeras promessas, graças a Deus, cumpridas.Outras tantos, até hoje devem estar espalhadas pelo céu, esperado sua realização.

Quando pensei nesta última emoção. O foco mudou todo. Literalmente, o ano passado foi completamente conturbado. Em relação a amizades, a escola, a pessoas novas, a tudo.

Só agradeço por três coisas que me aconteceram.

A primeira chama-se Bianca, clara como a luz do sol.

A segunda chama-se Lara, ainda procuro uma descrição.

A terceira chama-se aprendizado e esperança, foram meus parceiros, velho e bons parceiros.

E veio de novo as férias, a felicidade estampada. Pensei nelas. No meu irmão, que continuava do meu lado. Me deu uma saudade. Depois pensei em 2008. Uma nostalgia. A mudança de opinião.

Entreguei a prova. E sai da sala...Quando saio na porta, as razões pela quais meu coração palpitou. Erick, Lara, Carol, Luiza e Sarah, vou sentir falta :~ Acho que eles me fizeram chorar hoje. Chorar de saudade, de amor,do companherismo vivido, das farras, dos risos. Chorar de falta. Passou tudo como um flash. Eternas saudades da ex-escola.

Volto para as emoções que dizia. A tarde cedo, veio uma emoção que está me consumindo até agora. Uma emoção completamente diferente. Uma emoção proibida. Pra mim. Infligida pela lei. Por alguma lei. Ou não. Descrevo-a assim:

'...e o teu olhar me diz tantas coisas ,tantas coisas loucas que quando chega perto a minha alma não me deixa mentir, esse teu olhar é pouco pra mim. é um ponto sem fim.. esse teu olhar numa boa, é um tu dentro de mim...'

Depois, vieram mil. Que não foram traduzidas. E agora, me veio uma emoção triste. Mas boba.



E ainda me pergunto, o porque de tantas emoções em um mesmo dia?

Bendita seja. Acho que é assim mesmo, quando você se sente uma incerteza,

uma dúvida, uma dívida, uma paz. Quando você sente que poderia ser o fim.

Mas que ainda nem chegou no inicio.



'' Quando o mundo tiver visto a luz. No começo do dia, você me deixará chamar pelo seu nome. Porque eu te amo mais que a luz, e sempre será assim. Enquanto que eu acredite na vida.'' (uma das emoções...)

A única coisa que posso dizer, é enfim FÉRIAS! =*

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

só um pouco de mim.

(bem, tá enorme eu sei. mas foi pra professora de Filosofia e vou ficar super feliz se vocês tirarem um tempinho pra ler e depois dá opinião, sou igualzinha Nana, totalmente sem auto-confiança. :/) 


Proposta:
Escreva sobre você: um pouco de sua história, seus gostos, desgostos, defeitos, qualidades, sonhos, outros aspectos que você queria registrar.

Há muito tempo, fiquei pensando em quem sou no que eu faço, no que eu gosto e nas coisas que eu não gosto. E sendo sincera, não cheguei a lugar algum. Definir-me parece ser a coisa mais complicada deste mundo. Porque por muitas vezes penso ser quem não sou e por outras tantas, tenho certeza que sou aquilo que acho que não sou. Complicado, não? O difícil mesmo é chegar ao um conceito. E como já diria meu querido Cazuza: “ Nunca tive medo de me mostrar, você pode ficar escondido em casa, protegido pelas paredes. Mas você está vivo e essa vida é pra se mostrar. Esse é o meu espetáculo. Só quem se mostra se encontra, por mais que se perca no caminho.”  Talvez, me defina bem parecido com o Cazuza e, só pra constar, o amo.
Assim como amo os livros, a poesia e como amo as pessoas a ponto de morrer de medo de algum dia perdê-las. Amo Clarice Lispector, amo ‘A menina que roubava livros’, amo A Monalisa, amo Cartola, Anna Frank, Chico e tantos outros que me encantam só pelo fato de existir. Sou apaixonada por minha mãe, não só porque ela é Rose Santana e porque é loira dos olhos claros, mas a amo porque sou igual a ela, mesmo lutando todos os dias para não dizer isso (parece meio bobo, eu sei.) E mesmo com todas as brigas, devo admitir que eu amo a professora de matemática do raciocínio lógico e rápido e de dar inveja, que nessas horas boas não sou nada parecida com ela. Amo o Coroa, o César. Que de cor e de personalidade é igual a mim. Gênio forte. Bico grande, dengo grande. E todas as milhares de qualidades e dos defeitos meus, grandes. Amo o grande, o gigante, o insuportável, o irmão mais velho, que é obcecado por Alpino e  por ‘comer água e pegar uma nega’, aquele que sigo, que vejo, que admiro, e que sem o segura senão eu ‘Caio’, não seria nada. Amo meu signo, Leão.
Sou maluca, isso eu afirmo sem qualquer medo. Quer dizer, não tenho grande certeza sobre isso, mas alguém baiano que ama passar madrugadas vendo as escolas de samba do Rio de Janeiro, que ama Sampa e Brasília na terra em que vive, é maluca. Sou maluca por gostar de qualquer tipo de música, inclusive aquelas que o lobo mau diz a chapeuzinho que vai comer a pobre coitada, e aquela mesma que diz que ‘ ela é uma cadela’. Ou então, porque passo horas do dia escutando o Belchior ou Caetano Veloso, quem sabe mesmo até o Pe. Fábio. Sou maluca por dizer abertamente os meus sentimentos, sem medo de machucar alguém e, por vezes, me arrepender por machucar milhares de ‘alguéns’. Sou maluca por adorar andar pelo meio da rua. Por tomar banho no super quente. Por dizer nada com nada. E pedir um ‘micel’ emprestado.
E sabe do que eu não gosto? Eu não gosto de falar errado sem querer. Simplesmente o-de-i-o futilidade, odeio inveja, odeio como os homens são todos iguais. E como sou uma besta por me apaixonar por T-O-D-O-S eles. Todos mesmo, sem qualquer excessão. Odeio o preconceito, mesmo ingênuo, pelas pessoas que tem opinião sexual, cor, classe social diferentes ou que são simplesmente diferentes. E odeio o julgar, o ser julgado. O não respeitar. O não ser. Odeio pessoas que vivem de aparências. Que sobrevivem pelo o que são exteriormente, e esquecem da jóia que são interiormente. Odeio AMAR festas. E querer estar em todas elas, apesar de saber que quase nunca querer é poder (minha mãe que diga isso...).
            Queria andar em um Cross Fox e poder dizer o quanto sou linda e absoluta igual à Stefhani. Tá, nem tanto. Mas queria mesmo poder dizer que sou um ser lotado de qualidades (e de defeitos) abertamente. Que sou inteligente e resolvo problemas matemáticos como ninguém, que sou morena dos olhos verdes e os seres da minha família me matam por eu ter carregado os genes bons. Dizer que tenho cabelos cacheados, mas que agora são lisos porque já inventaram mil escovas de vários tipos e sabores. Dizer que sou leitora, escritora e que apesar de tudo isso, não gosto de nada que escrevo. Dizer que acho nada de mais trocar de namorado igual troca-se de roupa e que não me importo se às vezes faço isso.  Dizer que sou católica, muitas vezes porque minha mãe quer, mas não queria mesmo ser isso, afinal, passei longos dias pensando que nunca recebi uma prova concreta que Deus pode tudo e que as coisas vêem do céu. Dizer que adoro meu pai ‘mudando’ para o Budismo, porque descobri nesta nova religião uma fé diferente que vem de dentro do coração, do meu coração e das forças que tenho comigo, só comigo. E, deixando o melhor pro final, sou torcedora do melhor time do mundo, claro, o Fluminense Futebol Clube.
            Meu primeiro defeito é ser bastante modesta (rs). E o segundo... Bom, na verdade, depois do segundo, daria para fazer uma lista de quase mil páginas dos meus defeitos. Começaria de cara dizendo que meu defeito principal é achar que mando nas pessoas. Achar que tenho poder sobre elas. Depois, falaria o quanto sou líder. E que converso mais que a “nega do leite”.  Sou ‘miguezera’ e indaga pura (não me pergunte o  que é isso, mas meu irmão vive dizendo isso sobre minha pessoa.) Quanto acho que ser popular é um defeito, porque as pessoas acabam sabendo mais que você sobre sua própria vida. E também sou chata, inquieta e prosa ruim (em excesso) e sou neurótica com certas coisas. Sou muito mandona e naturalmente muito bruta. Tá, chega de dizer sobre o meu lado negro da força.
            Meu sonho é casar com Pê, porque já fizemos um trato e combinamos que eu vou sustentá-lo, e ele vai ser apenas dono de casa. E eu fico com a parte legal da coisa. Viajo pra mil lugares a trabalho, crio coisas incríveis pra salvar vidas (detalhe: vou ser médica, daquelas bem famosas e incríveis que todo mundo quer pra cuidar de seu coração, outro detalhe: vou ser cirurgiã, CARDIOLOGISTA!), vou ter minhas 4 filhas lindas e com minha cara, morenas e de olhos claros, um menino, a cara do Pê, por que ele merece um menininho pra jogar futebol e ser vascaíno, mesmo eu tendo certeza de que ele vai preferir levar todas as nossas menininhas pro altar pra o cara certo ( isso foi bem fofo né?). Antes de mais nada, eu tenho que confessar: só tenho 14 anos e meu maior sonho mesmo é A FESTA de 15 anos!  
            Acho que é SÓ isso que tenho a declarar, by the way, esqueci de dizer, my name is Alice Ferreira Santana, Lice-Linda pr’os mais íntimos.

=*

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

:\

-
Não tenho palavras pra descrever o quanto é horrivel esperar a morte chegar. Ou melhor, esperar que a cada dia nossas esperanças acabem,  que simplesmente encontrem um novo lugar pra reinar, novas pessoas que necessitem dela nas suas vidas. Acho que na nossa, a muito tempo ela se foi. Antes, eram 3 meses. Tínhamos ainda tempo pra ver ela se perdoar pela tragetória muitas vezes errada na sua vida, tínhamos tempo pra escutar suas histórias, seus casos, experiências e chantagens. E muitas vezes até tempo sobrando pra vê-la lamentar das dores que sentia, das náuseas. Tempo demais pra ela falar que não veria Clarinha andar ou pronunciar 'mãe' e 'vovó'. Tempo demais sobrando que a única coisa que nós percebiamos estar  acontecendo era que a doença cada dia mais ocupava outro orgão. Que agora tudo ficava mais escasso, mais debilitado. Passados uma semana todas essas esperanças que guardávamos conosco simplesmente foram se apagando. O que era três meses em uma semana se tornou dois. E o que se tornou dois meses agora, passados três dias, são duas semanas. Cada tempo que se passa temos mais a certeza de que agora a respiração não é a mesma, que cada 'inspira' e 'expira' vai ficando mais difícil suportar a chegada da morte. Que a cada tic-tac do relógio os olhos vão se comprimindo, a boca prende as palavras, e os gestos agora só pedem socorro. E é assim que eu me sinto toda vez que eu entro no quarto 108 do hospital. Sinto como se agora já não houvesse mais uma partezinha dela aqui com a gente, sinto que agora cada segundo é um adeus dolorido pra nós, sobrinhas e sobrinhos, pra eles, filhos e pra todos aqueles que fizeram parte da sua história. Agora, não peço mais a Deus que lhe dê vida, porque já guardo comigo a certeza que o lugar dela é lá com Ele. A única coisa que ando pedindo é que o Senhor aquiete a alma dela, para que ela vá em paz. Na paz divina. E é como dizia Pe. Fábio: '' Não, eu não vi a sua cura se cumprir. Eu não vi o seu milagre acontecer. Nada que eu pedi a Deus aconteceu. É, vou tentando achar o rumo por aqui, vou reaprendendo ser sem ter você, descobrindo em mim o que você deixou. Grito seu nome, desejoso de resposta, quando vejo a mesa posta e seu lugar sem ter ninguém. Mas nessa ausência, sei que existe outra presença, uma força que sustenta, e que me faz permanecer de pé. (...) Meus Deus humano, que conhece a dor de ver partir a quem se ama, que chorou de saudade, que sofreu por seus amigos, e que esteve ao meu lado, quando eu vi você partir... Porque você partiu, porque você se foi, e porque o milagre não se deu como eu pedi... Não, eu não vou perder a fé, nem desistir. Foi você que me ensinou antes de ir, vou vivendo assim, conhecendo o coração, que você fez pulsar em mim.''
Enfim... Que seja feita Tua vontade, Amém.

=*

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

hello, Kitty.

Não sei porque mas faz dias que não venho aqui. Que não escrevo nada, que não leio nada do blog de Nana, do blog de Brenda, nem de tantos outros. E não é preguiça. Juro que não é! Por um momento, muitas vezes, até repentino, eu só perca a minha louca obsessão por escrever. Perco a paciência (constatemente). E perco até a merda da criatividade, que já vem tão poucas vezes. E deve ser também, porque esse ano já estou lendo meu sexto livro, então acabo ficando meio vidrada demais nos livros, que acabo deixando menos tempo pra ler os blog's desta vida. Enfim, só passei mesmo aqui, pra dizer que antes de ontem, um ser (anormal) apareceu no meu Formspring, oferecendo arrumar meu blog, achei ele de inicio meio maluco! Porque ninguém pede pra fazer essas coisas do nada e depois que eu realmente entendi que era amor aquilo que ele tava fazendo, e aproveito pra dizer que o cara é mesmo um fera! Ele deu uma repaginada aqui no blog, e agora sim posso dizer que ANO NOVO, VIDA NOVA E BLOG NOVO! Espero que vocês gostem e que concordem o quanto ele é bom.
Hoje estou indo pra Salvador. Praia, sol... E curtição. =*

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Outra impressão!

03 de Janeiro de 2010
Domingo em Salvador;

Só um PS sobre o dia.
Todo mundo me enche o saco que a primeira impressão é a que fica. E eu, excepcionalmente, adoro mudar de opinião, principalmente a de pessoas, aquelas que tenho a primeira impressão. Me deram esse prazer hoje. Duas vezes! E quer saber de uma? Acorde mais vezes as 2 da manhã, com vontade de ir no banheiro, vá no meu quarto, me faça parar de ler, me chame para conversar e rir que eu vou gostar, na verdade, ADORAR! Você sabe que sou tagarela, e que uma boa conversa tão intectual quanto a nossa (hahahah) só faz aumentar o meu QI, que é altíssimo. ;P

=*

TODO MEU!

02 de Janeiro de 2010
Sábado em Salvador;

As vezes é bom sentir que você é meu! Na verdade, se fosse possivel queria ter esse 'possesivo' sempre. Não só quando tenho o desejo maluco de você ou quando sentir seu rosto quente e sua pele quente sobre a minha, mas em todos os meus pensamentos. Aqueles mesmos que tantas vezes você quis traduzir. Que repetiu ' o que tá pensando?' e eu sempre com o velho 'sei lá', sem muitas explicações, sem muitas demoras, só pensando que todas as vezes meu pensamento estava fixo em você Em poder te ter por completo, de corpo, alma e coração. Pensando em como é ruim me imaginar sem seu sorriso, com os olhos 'comprimidos' e com os lábios macios e quentes. Sem as mensagens, sem os convites pra sair meio indecisos, sem as recomendações, definitavemente não gosto de pensar nisso, nesse futuro que tantas vezes acho que está tão próximo. (...) Gosto de pensar em 'nós' se eternizando naquele lugar abafado, apenas encostando rosto no rosto, sussurando coisas ora inesqueciveis, ora bobas. Gosto da nossa mudança de humor, dos seus ciumes de 'ponto', mesmo não querendo admitir que no fundo você odeia pensar em não me ter só pra si, somente e só e odeia também as vezes, só as vezes, desconfiar nem que seja por um segundo que eu não penso em você. Gosto do 1° e 2° tempo (hahahahaha) mesmo ainda sem saber explicá-los e gosto de pensar no fogo do juizo final. Gosto de pensar no ' e se eu...' que eu não imaginava.
Na verdade, é bom pensar e algumas vezes ter a certeza que você é TODO MEU!
Como tive hoje!
Como quero ter sempre... Como quero sobreviver a sua falta, só por meio dessas certezas.
Porque, apesar dos apesares, você e eu temos a certeza de que além de tudo, há a possesividade e o ''TODO MEU''.


(bendita seja minha auto-confiança!)
beijinhos =*


um ps:
vou pegando os textos do caderno desde dia 24 de dezembro e vou postando aqui sem muita ordem... porque a falta de internet tá MUITO foda! :/