segunda-feira, 11 de outubro de 2010

@MHenriqueta

Estranho eu gostar desse apelido bobo e tão da forma que chegou, mas... De uma forma 'tão' sem explicação, fez com que eu gostasse. Gosto do Maria. Gosto do Henriqueta. E gosto de fazer o papel principal da vida dela. A única parte que eu não gosto é de roubar os Carlos Eduardos alheios. E eu não os roubo. Tenho um Paulo Henrique da melhor novela mexicana possível.
Mas, o bom de se roubar, ou enfeitar os 'alheios' é que eu acabo por descobrir as coisas mais lindas do mundo. Entre, elas, veio você. Até agora, na verdade, só veio você. Assim, de cabelos pretos curtos, com esse sorriso de encantar qualquer ser humano. Com os olhos escuros. Não sei bem a cor, mas eles continuam sendo lindos. E foi assim, que eu te descobri, ou melhor te (re)descobri. E agora, é diferente. Foi se formando um carinho sem qualquer explicação. Uma coisa que não é possível dizer, demonstrar, entender. Basta, conversar algumas horas, ou alguns minutos e segundos não seria exagero, para saber que eu preciso dengar e cuidar de você, a todo momento. Porque, eu até posso ser a Maria Henriqueta, mas se no enredo não houver um alguém para ela dividir as dores, as angustias, os medos e a felicidade, não teria graça. Então, 'Maria Madalena, faça parte da história e fique aqui, brinde a vida e deixa o mundo te descobrir. '
Que bobo, não. Mas foi você mesma que disse, que o amor sempre devia bastar.
Agora, pra mim, ele basta.

sábado, 9 de outubro de 2010

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Desativei -quase- né?

E ai, tive saudade de quando pensava que o mundo todo era uma bola de algodão.
Tive saudade de pensar que nos eramos o palito que segurava o algodão. E se não fosse, alguém sempre o seria.
Saudade de imaginar pequenos carros coloridos, passando na rua. Em fileira, todos com o pisca ligado, só pra anunciar que estavam felizes.
Senti saudade de descer a rua, entrar no colégio, dar bom dia a Zé. Entrar na última sala do corredor e sentar na cadeira azul mole.
Saudade de dividir o caderno, a caneta, o lugar. De passar horas conversando com o quintento mais fantastico do mundo.
De poder, apertar a barriga do Alquimista. A barriga do angulista. Se é que esse fez parte da história.
Senti saudade de descer outro pedaço da rua, cantarolando. E jogar volei, chutar canelas e conversar depois.
Quando, as saudades, bem de repente, mudaram a via principal. Talvez estavam em contra mão.
E ser multado, não é o tipo de saudade que gosto de ter.
Saudade. Senti saudade de passar horas no telefone com você. Com vocês, sem saber ao certo quem seria.
Saudade de entrar no carro e ir para no shoop, só pra entrar, dar uma volta e sair. Saudade de fugir do monotono.
E de procurar o diferente.
Tive saudade das festas, dos lanches. Das brigas. Sentir saudade do que não foi, também faz parte.
Saudade de ir no prédio verde. Subir até o andar certo e deitar no sofá da minha segunda casa.
Senti saudade de ir naquela casa, correr, sujar, sonhar, viver. Viver. Em 1ª pessoa.
E então, o foco mudou outra vez.
Senti saudade de pensar. De ter anjos. De sair. Saudade de cantar até perder toda a voz.
Senti saudade de tentar falar inglês e aquele 'O cara' rir até cansar.
Saudade de não fazer nada e ter a sensação de estar fazendo tudo. Alguém feliz, todos felizes.
Saudade do laço vermelho. Da escola azul e amarelo. Saudade dos coleguinhas diferentes.
Saudade dos vestidos de são joão e da professora rigorosa.
E essa saudade, foi se espalhando. Por tudo, todos, pela vida. De viver, mas não mais em 1ª pessoa.
Agora, a saudade que sinto, quase toda hora, quase todo minuto, segundo seria exagero, não tem tempo verbal certo.
Não tem mais, uma lógica exata. Um calculo de bissetriz. Não tem mais uma raiz. Ou o delta.
Simplesmente, sinto saudade.
Sem tanta dificuldade, mas com um desejo e com uma vontade.
A de poder reviver tudo. Fazer tudo. Ou não fazer. E mudar. Ou não mudar. Quem sabe?
Só a experiência ou a sabedoria. E não conto sempre com elas.
Só queria uma constante... Pelo menos por um tempo.
Como já diria alguém que amo: Ser essência, muito mais.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Eu apareço, as vezes.

Não sei o sabor das coisas que faltam. Das faltas que faltam. Dos momentos que faltam. Das saudades que faltam (estou cheia dela). Não sei a cor, não sei o gosto, não sei o porque. Não faço ideia da essência. Tudo se perde quando menos espero. Os momentos se perdem, sofro por você, sofro por antecipação, sofro por medo, sofro por prazer, junto tudo que sinto e sofro. E depois, fico feliz. Bem contraditório e eu sei. Sou constantemente uma contradição. Ter nascido foi uma contradição. E todo o resto, foram conseqüências dessa contradição. Boba, ou não. O problema é que estou cansada de viver de contradições, estou cansada de viver sofrendo pelo bom dia que não foi dado, pelas amigas que não estão do lado, pelos colegas que não são mais colegas, estou cansada de sofrer pelos momentos que tenho que passar, pela cobrança, pelas ligações, pela comida do almoço. Estou cansada! E ponto. Sem qualquer outra explicação, algumas vezes, nos cansamos. E não é pecado nenhum cansar de alguma coisa. Talvez - e já explico o talvez-, seja hora de mudar, de cabelo, de maneira, de jeito, de modo, de lugar, e de todos os tempos verbais do Português.

A explicação do talvez, é apenas porque hoje me alertaram que não existe certezas. Não as verdadeiras certezas. Aquela que eu queria ter, mesmo que fosse por uma fração de segundo. Mas não me importo, a única certeza que tenho é que não tenho certeza alguma. E isso me conforta. Me conforta saber que chegou a hora de virar a página e escrever de novo, com letra de forma e com canetas coloridas, me conforta saber que me encontro de uma forma que não consigo explicar e que me conforta saber que apesar de não confessar, a única coisa que eu quero é você, sussurrando besteira. E ainda, me sinto confortavél, sabendo que eu sou, aquilo tudo que eu sempre fui, é bom saber que sou alguma coisa e que no fundo sou tudo.


Bem simples, não?

segunda-feira, 31 de maio de 2010

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Não me compreendo, não me entendo e não sei quem eu sou. E talvez, também não faça questão. Queria entender pessoas, motivos, porquês ou apenas não entender absolutamente nada. Passei grande parte do meu auto-conhecimento (frustado) tentando encontrar emoções e a única coisa que encontrei foi o amor, não sei bem se é amor, sei que o encontrei, e hoje, não sei explicar.  Me perdi no meio de sentimentos, meus sonhos foram embora em sua mente, meus desejos viraram sombras perdidas e minhas emoções já não fazem parte de mim. Tenho sempre um fluxo descontinuo e acelerado de alegrias e tristezas, consumo demais energias com besteiras e acabo sem tempo para pensar em outras coisas. Duvido do meu amor, duvido do quando gosto, duvido de mim e duvido de você. E me odeio por procurar todas as certezas para as dúvidas em outra pessoa e no fim ainda continuou me odiando. Se é bom? Não sei, afinal não me conheço. Ou conheço? '' Não sou nada. Nunca serei nada. Não posso querer ser nada. A parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo''

sábado, 10 de abril de 2010

Desejos, meus e de Nana.

Engraçado como são certas coisas. E certos pensamentos!
Neste exato momento, eu só te queria na minha cama. Do meu lado. Aquecendo o outro lugar, e me aquecendo, neste frio rigoroso que se aproxima. Já Nana só precisava de um banheiro. De um sofá, de um lugar pouco confortavel. Simples e fácil assim. Não precisava de romantismo, nem de algo quente, como o meu desejo, só precisava ele. E ele e ele. Por um agarrar de tempo.
E eu? Eu precisava de você. De você. De você. De você. Em voz de eco, só pra ter a sensação de que preciso mais vezes e de que preciso sempre. Queria um tudo. Um tudo que não abrangesse tudo que acho que me convenha, mas um tudo que tivesse todas as coisas boas que eu queria em um lugar só, um  tudo que pertencesse a um conjunto, nada de unitário, como o de Nana, precisava de um conjunto, cheio de elementos. Cheio de sentimentos. Cheio de pensamentos. Cheio de amor. Cheio de DE-SE-JOS. Cheio de saudade. Cheio de você.. E o resto, não seria tudo. Seria o resto. E pronto, já tava feito. Meu eu conjunto estaria completo! Porque, afinal, sem você, nada está completo. A vida não está completa. A tristeza (porque nós já nascemos triste, não é Srt.?) estaria triste, sem ter a parte alegre. E ai, junto com Nana, teriamos a parte dos Seres's que nos tornam alegres. E só pra completar o desejo, os desejos tão próximos e tão diferentes por um segundo, eu também queria um abraço. Um aperto! Um carinho, um afago. Um beijinho. =*

' Mania de você, de tanto a gente se beijar.'

sexta-feira, 2 de abril de 2010

E assim mesmo, simplesmente, fico besta.

Alice Santana =* diz:
 sr. Malu, você está me desafiando a me auto explicar??
(ah, como assim misteriosa?)

Malú diz:
 hauhuauhauhauh
 jamais, logo quem, voce... quase uma juiza ja, com fortissimos argumentos.
 misteriosa assim --> mas certas coisas, me deixam, besta.

Alice Santana =* diz:
 eu acho que eu ia ser boa nessas áreas, mas é engraçado quando você gosta de algo a qualquer custo.
 e quando você se imagina naquilo, fazendo, agindo. 
 e não há nada que você não deseje mais.
 me sinto assim.
 estranho, eu acho.

Malú diz:
 nao, real, um futuro proximo! ;D
 isso quer dizer que voce está bem proxima de alcançar seu objetivo, essa frase é um grande passo -->  e não há nada que você não deseje mais. me sinto assim.

Alice Santana =* diz:
 isso é bom. eu gosto, não todas as vezes, de saber o que que eu quero.
 porque, de certa forma, eu consigo chegar mais rapido.
 não sei se a palavra é essa, é que quando muitas pessoas estão pensando, você já fez, até.

Malú diz:
 é por ai mesmo.

Alice Santana =* diz:
 e sobre o besta, eu não parei de pensar. eu falei no sentindo assim, que muitas coisas me deixam sem ter o que falar e o que fazer, sem saber ao certo como agir, então, eu simplesmente, vou nadando, conforme a maré, algumas vezes, remando, outras, me afogando até, eu perceber que eu já cheguei lá sem nem esperar nada.

Malú diz:
 o mundo precisa de pessoas decididas como voce.
 raaapaz, arrepiei!
 ahuauhhuahu
 voce falou EXTREMAMENTE lindo!
 o famoso "deixa a vida me levar..." ne?

Alice Santana =* diz:
 é, bem assim mesmo.
Não me perguntem porque coloquei isso aqui. 
Eu também não saberia explicar. Não sei, pra falar a verdade. Gosto extremamente de conversas boas, de assuntos bons, e principalmente, de pessoas como essa a cima, que aparecerem pra te levantar e dizer o quanto você é forte. E o quanto você consegue. E como consegue... Porque do nada e assim mesmo, simplesmente, fico besta.